Academia

Para indicações de trabalhos para esta seção, envie e-mail.

 

AQUINO, Luciana Alves. Plantas típicas de jardins históricos encontradas no Parque Mariano Procópio. Monografia de Graduação em Ciências Biológicas. Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora, 2007. Orientação: Carina Martins Costa. Co-orientação: Maria das Graças Sarmento Duarte.

O trabalho identifica as espécies vegetais encontradas no Parque Mariano Procópio que são representantes típicas de jardins históricos do século XIX que ainda fazem parte da flora do parque. Foi realizada uma análise sobre os traços paisagísticos de Auguste Glaziou, possível autor do projeto do mesmo. A flora deste parque urbano constitui um laboratório vivo, importante para pesquisas botânicas, além do grande valor histórico e cultural. Assim, este trabalho sobre Plantas Típicas de Jardins Históricos do Século XIX caracteriza um instrumento de grande valia para nortear as políticas públicas, com destaque para o momento de profunda revitalização pelo qual o Museu Mariano Procópio atravessa.
Contato com o autor


fundação da abapFEGHALI, Maria Elisa Marangoni. Morfologia ambiental: uma perspectiva para o projeto de paisagismo. Dissertação de Mestrado. PROARQ/FAU/UFRJ, 2005. Orientação: Prof. Dr. Guilherme Lassance

A tensão estabelecida entre uso e forma, entendendo-se o uso como o produto do comportamento determinado por apropriações e pelos contextos intersensoriais do espaço, estabelece uma relação biunívoca: o usuário redesenha o espaço e esse forja no usuário tendências e induções para seu uso (do espaço). Esta tensão determina transformações espaciais, que, quando conhecidas e levadas para reflexões projetuais, se revelam como uma importante ferramenta na concepção do espaço.O presente trabalho apresenta uma metodologia de projeto paisagístico, aplicada ao ambiente acadêmico, considerando as dimensões comportamentais e intersensoriais pré-existentes no espaço, como subsídio para o processo de redesenho dos espaços livres públicos. Para tanto, utilizaremos os conceitos indicadores de componentes paisagísticos para a representação das dimensões física, comportamental e sensorial da paisagem.
Contato com o autor


PEDROSA, Andréa Rego. Paisagem, sistema, lugar: sistemas de lugares nas praças de Campo Grande. Dissertação de Mestrado em Urbanismo. PROURB/FAU/UFRJ, 2005. Orientação: Profª. Draª. Lúcia Maria Sá Antunes Costa

O estudo discute a tipologia praça, sua inserção no contexto das cidades contemporâneas e a visão sistêmica dos espaços livres através de observações dos usos e apropriações em um conjunto de praças localizadas no bairro de Campo Grande, na periferia da cidade do Rio de Janeiro. Refletimos sobre as relações cotidianas entre os indivíduos e os espaços, procurando desvendar como se transformam em lugares significativos. Paralelamente, identificamos a configuração de uma estrutura dinâmica, de um sistema, interligado pelas ações e escolhas dos seus usuários, embasadas nos diferentes atributos e valores adquiridos por cada local ao longo do tempo. A essa estrutura denominamos sistemas de lugares.
Contato com o autor


PETENUSCI, Marcela Cury, Plano de manejo para parque em área urbana. Estudo de caso: Ribeirão Viracopos (Campinas SP). Dissertação de Mestrado. Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo, Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP, 2004. Orientação: Profa. Dra. Rozely Ferreira dos Santos.

Partindo-se da premissa de que o manejo ambiental deve atrelar a questão da conservação ambiental com a do desenvolvimento social para que a sociedade sustente as relações de conservação estabelecidas, esta dissertação teve como objetivo desenvolver e aplicar uma estrutura metodológica para realização de um plano de manejo que, ao mesmo tempo, garanta a proteção de recursos hídricos e dos elementos naturais compreendidos às margens fluviais e proporcione o atendimento das populações do entorno, através da criação de espaços e atividades de lazer e recreação. A área de estudo foi a bacia hidrográfica do ribeirão Viracopos no município de Campinas SP, para a qual foi desenvolvido o projeto de um parque linear urbano.
Contato com o autor


SÁ, Roberto de. A arte no horizonte da paisagem: aspectos do paisagismo brasileiro enquanto objeto de arte. Monografia de conclusão de curso de Pós Graduação (Especialista em Paisagismo). Centro Universitário Senac-Santa Cecília, São Paulo SP, 2007. Orientação: Prof. Ms. Alexandre Cremonini Furniel.

O trabalho procura mostrar que paisagismo é uma arte que possui ligações com outras formas de arte. Neste texto caracterizamos o paisagismo como objeto de arte, relacionando-o especificamente com música e poesia, valendo-nos do ritmo como elemento base para o estabelecimento de pontos em comum. Um breve apanhado histórico serve de baliza ao paisagismo aqui estudado, permitindo a comparação das diferentes formas de construção paisagística através do tempo. Considerações a respeito do processo criativo são levantadas explicitando a gênese do paisagismo enquanto arte. O estudo de um projeto de paisagismo intitulado O Jardim Murado serve de exemplo, tendo sua estrutura dividida em partes constitucionais. O objetivo é exemplificar as relações entre cada uma dessas partes, e fazer uma analogia direta com um poema e uma frase musical.
Contato com o autor


SCHANZER, Helena W. Contribuições da vegetação para o conforto ambiental no campus central da PUCRS. Dissertação de Mestrado em Engenharia Civil. UFRGS, 2003. Orientação: Beatriz Maria Fedrizzi.

A presença da vegetação exerce grande influência em aspectos de conforto ambiental, principalmente nas questões referentes ao conforto térmico e à percepção do ambiente construído. A exclusão das áreas verdes nos locais que o ser humano habita causa inúmeros danos para o ambiente, influenciando na sua qualidade de vida porque ele está geneticamente ligado à natureza e precisa dela para viver. Estas questões são determinantes para que o desempenho do ambiente construído atinja níveis satisfatórios para o bem estar do usuário. O objetivo principal do trabalho foi compreender questões relacionadas a aspectos físicos e psicológicos quanto a presença da vegetação para os usuários dos espaços abertos no Campus Central da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, situado em Porto Alegre.
Contato com o autor


SILVA, Jonathas Magalhães Pereira da. O papel da disciplina de paisagismo na formação do arquiteto urbanista. Tese de Doutorado (Área de Concentração: Estruturas Ambientais Urbanas). FAUUSP, 2005. Orientação: Silvio Soares Macedo.

O trabalho contribui para a discussão sobre a qualidade da formação do arquiteto urbanista na medida em que explicita a ética desejada e revê responsabilidades, conteúdos e procedimentos da disciplina de Paisagismo. Coloca, ainda, em questão o cumprimento do papel da disciplina nos cursos de Arquitetura e Urbanismo, uma vez que no Brasil o arquiteto urbanista tem atribuições legais perante a sociedade para projetar e planejar a paisagem.
Contato com o autor


TARDIN, Raquel. Av. Rio Branco na cidade do Rio de Janeiro – valores coletivos: forma e uso cotidiano. Dissertação de Mestrado. PROURB/FAU/UFRJ, 2000. Orientação: Prof. Dra. Lucia Costa

O trabalho trata da compreensão dos valores e significados da avenida como lugar da vida coletiva, tendo como linha mestra o estudo do espaço da Avenida Rio Branco na cidade do Rio de Janeiro, sua forma, e os usos e apropriações que são realizados pelas pessoas no cotidiano. A partir do desenvolvimento da pesquisa destaca-se a complexidade do espaço da Avenida Rio Branco em relação à vida que nele se dá cotidianamente e como o processo de construção do espaço, através de Projetos Urbanos e outras transformações espaciais, interferem e interagem com a percepção de sua forma, e o seu uso e apropriação. É intenção ressaltar a importância do incentivo à vida coletiva na avenida, assim como a congruência entre a forma e a vivência cotidiana influenciam para sua realização.
Contato com o autor


TARDIN, Raquel. Sistema de espacios libres y proyecto territorial – caso de estudio en Río de Janeiro. Tese de Doutorado. Universitat Politècnica de Catalunya – Barcelona, 2005. Orientação: Prof. Dr. Antonio Font

O trabalho trata do papel que podem desempenhar os espaços livres no projeto territorial, com base em seu reconhecimento como um sistema de espaços com valores próprios, com potencial para reestruturar o território urbano e frente à possibilidade de uma futura ocupação. Os espaços livres são vistos, desde sua estrutura espacial e funcional, como parte do território não ocupada pela edificação ou pelas infra-estruturas. O território é entendido como paisagem artificializada, lugar da natureza e do humano, isto é, espaço sujeito a ser visto, interpretado, adaptado e transformado ao longo do tempo. Neste marco, o sistema proposto reuniria o conjunto de peças de espaços livres, relacionadas entre si e com seu entorno, e seria susceptível de sofrer mutações ao longo do tempo.
Contato com o autor

Sócios-Colaboradores
Conheça o parecer da ABAP sobre o terreno da TAM Express. (PDF)
Design de